MARÇO

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1848. Chega, com o bispo Codina, a Las Palmas, da Grã Canária.

1852. Envia, a partir de Cuba, uma carta de felicitações ao escritor francês, Abade Jean-Joseph Gaume, por algumas de suas publicações, que lhe agradaram imenso.

1868. Numa carta ao P. José Xifré, aprova que se faça uma fundação em La Selva del Camp (Tarragona), se os jesuítas deixarem livre o convento de Santo Agostinho. Claret deseja que as comunidades dos seus missionários mantenham a independência e aintimidade.

O AUGE (1906-1922)

MORTE DO PADRE SERRAT E NOVO SUPERIOR GERAL

Em 6 de janeiro de 1906, o Padre Clemente Serrat faleceu inesperadamente, em Segóvia, e teve que ser convocado novo Capítulo Geral, o X da Congregação. Realizou-se em Aranda de Duero (Burgos), de 5 a 17 de junho. Foi eleito novo Superior Geral o Padre Martinho Alsina (1906-1922), até então Subdiretor Geral. A única novidade no Governo foi a inclusão do P. António Naval, irmão do P. Francisco Naval, facto que exigiu certo discernimento jurídico. Aproveitou-se o Capítulo para alterar alguns pontos das Disposições Gerais. Forneceram-se normas para a eleição, tanto dos Superiores Maiores como dos representantes ao Capítulo Geral. Em junho, o novo Padre Geral redigiu a primeira Circular, pedindo a todos que observassem as Regras e as Disposições e solicitando que rezassem e e o auxiliassem, no novo ofício. Até 1913, a sede do Governo Geral continuou em Aranda de Duero.

ANTONIO PEINADOR, CMF

Missionário e moralista (1904-1978)

Valoria de Alcor (Palência, Espanha). Consagrou a sua vida, fundamentalmente, ao ensino, como moralista. Foi professor no teologado de Zafra, no Colégio Internacional de Albano, Itália, e na Pontifícia Universidade de Salamanca, onde se tornou vice-reitor. Publicou vários volumes e escreveu frequentemente na revista Vida Religiosa, da qual foi diretor durante seis anos. Ele era um perito do Concílio Vaticano II, o que alterou um pouco o seu discurso, mas não o paralisou. Morreu, no dia 14 de março, em Loja (Granada). Foi o autor de um Cursus Brevior Theologiae Moralis que, apesar de ser chamado de brevior, tinha cinco volumes. Era uma citação obrigatória em temas de moral, eclesiologia e estados de perfeição. Sabia apimentar as suas aulas com a alegria do conhecimento e as palavras certas. Era um religioso observador e um irmão simples na comunidade, aberto ao diálogo. Tentou sempre salvar o espírito, antes da letra. Nas suas aulas, o tom era simples, coloquial, aberto e espontâneo.

O exemplo de Jesus Cristo

Mas o que sempre me estimulou sobremaneira foi contemplar a forma como Jesus se deslocava de um lado para outro, pregando em toda a parte: nas grandes cidades e nas pequenas aldeias. E atendia até uma só pessoa, como aconteceu com a samaritana, apesar de estar cansado da caminhada e molestado pela sede, e em hora pouco propícia, tanto para ele como para a mulher. (Aut 221).

Fiquei encantado, desde o princípio, com o modo como Jesus pregava. Que parábolas e comparações! Propus-me imitá-l’O nas metáforas, nos exemplos e no estilo simples que utilizava. Quantas perseguições suportou! Foi considerado como sinal de contradição e perseguido na doutrina, nas obras e na sua própria pessoa, a ponto de lhe arrancarem a vida, à força de tormentos e insultos, padecendo a mais vergonhosa e dolorosa das mortes que alguém sobre a terra é capaz de suportar. (Aut 222).

PARA REFLEXÃO PESSOAL

  • Jesus Cristo é realmente o centro da tua vida?
  • O que é que te impressiona mais, na vida missionária de Jesus Cristo?
  • Podes dizer, como São Paulo, que o amor de Cristo te impele? (Cf. 2 Cor 5:14).
  • O que te tem ajudado mais, na adesão a Jesus Cristo?
  • A quem o deste a conhecer?

“O catecismo é o alicerce do edifício da instrução religiosa e moral” (Aut 275).

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