MARÇO

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1856. Chega a Santiago, e aí é recebido por uma grande multidão, que celebra a sua recuperação do atentado. Pelo caminho, tem sido objeto de muitas armadilhas, o que o deixa perplexo, quanto a continuar na ilha ou i embora.

1860. Conclui os Exercícios dados às religiosas Agostinhas Madalenas, que dirigem o centro de reclusas na rua Fortaleza (Madrid).

1864. Participa na consagração de Gregório López, bispo de Plasência.

CONSOLIDAÇÃO (1899-1906)

ESTATÍSTICAS E APOSTOLADO, NESTE PERÍODO

Neste período, a Congregação passou de 1.368 claretianos em 1899, para 1.490 em 1907, com 84 casas, mais 23 do que à morte do P. Xifré. O ministério principal continuou a ser a pregação, mas sem tanto ou exclusivo apego às Missões e aos Exercícios. Como vimos, acolheram-se outros ministérios, como o paroquial, especialmente na América, onde a primeira paróquia da Congregação foi em Andacollo (Chile), em 1902. Aceitou-se também o ensino secundário nos colégios, tanto a nível interno como externo (anteriormente só havia sido aceite o ensino primário). Nascia também, nesta época (1903), uma Editora rudimentar, semente da futura do Coração de Maria. Da mesma forma, foram-se espalhando por toda a Congregação publicações, como A Guiné Espanhola (1903). Foi nesta altura que se estendeu o trabalho pastoral aos Seminários e Universidades. Em julho de 1903, um trio seleto de estudantes romanos (Manuel de Arrandiaga, João Postíus e Felipe Maroto) abriu um novo campo nas universidades romanas de Santo Apolinário e no Seminário diocesano.

CRISTÓBAL FERNÁNDEZ, CMF

Missionário e historiador (1898-1969)

Parádanos de Ojeda (Palencia, Espanha). Licenciado em Línguas Clássicas, em Madrid, mudou-se para Santo Domingo de la Calzada, como professor. Foi depois responsável por escrever a vida do então Beato Padre Claret e a História da Congregação, sem dúvida as obras de maior vulto e uma referência incontornável para um claretiano que deseje conhecer o nosso passado. Em abril de 1935, enquanto residia em Zamora, recebeu de Roma uma carta inesperada, que lhe era confiava a missão de elaborar uma vida ampla, crítica e completa do nosso Beato Padre. Desejava-se que redigisse um trabalho novo, e não uma cópia dos demais. Em 1939, tinha já completado esse labor, com cerca de 2.000 páginas. Ainda deveria passar pela censura. Após muitos altos e baixos, a obra foi publicada, em 1947, com o título: Beato Padre António Maria Claret. História documentada da sua vida e dos seus empreendimentos. Mais tarde, completaria essa publicação, com O Confessor de Isabel II. No ano da canonização (1950), ampliou este trabalho com outras obras menores: Flores Claretianas, Un Apóstol Moderno, etc. Faleceu em Madrid, a 19 de março.

Biografia

O estímulo dos Profetas

Além do amor que sempre senti pelos pobres pecadores, o que me estimula também a trabalhar pela sua salvação tem sido o exemplo dos profetas, de Jesus Cristo, dos apóstolos e dos santos e santas, cujas vidas e histórias tenho lido amiúde, anotando as passagens mais significativas, para minha utilidade e proveito, e para me entusiasmar cada vez mais… (Aut 214).

O profeta Isaías, filho de Amós, da família real de David, profetizava e pregava. O seu objetivo primordial era lançar no rosto dos habitantes de Jerusalém, e de outros hebreus, a sua infidelidade e anunciar-lhes o castigo de Deus, que seria aplicado pelos assírios e caldeus, como veio a acontecer. O ímpio rei Manassés, que era seu cunhado, tirou-lhe a vida, serrando o seu corpo ao meio. (Aut 215).

PARA REFLEXÃO PESSOAL

  • Que figuras bíblicas, biografias de santos ou outras personagens têm marcado mais a tua vida missionária?
  • O que significa, para ti, viver em missão profética?

“O cansaço prepara frequentemente as pessoas comuns para um destino extraordinário.” (C.S. Lewis)

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