ABRIL

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1846 Chega a Vinaixa (Tarragona), onde prega um Tríduo.

1850 Inicia, em Vic, a orientação dos Exercícios aos missionários das Mercês e aos que se preparam para seguir com ele até Cuba. Um dos participantes é o P. José Caixal.

1866 Tem outra reunião com o Ministro de Obras Públicas; há boas perspetivas, no referente ao Escorial.

NOVA EXPANSÃO (1922-1934)

NOVOS GRANDES ORGANISMOS MAIORES E ESTATÍSTICA DE 1935
Seria de todo impossível registar o número de fundações, efetuadas pela Congregação, durante este período. Vale a pena sublinhar os novos grandes Organismos: em 1925, foi erigida a Vice-Província do Peru; criou-se, em 1930, a Província da Itália, e, em 1932, a Visitadoria da Alemanha.

Em 1935, a Congregação dispunha de 10 Províncias, 2 Vice-Províncias e 1 Visitadoria. No mesmo ano de 1935, os membros professos da Congregação eram 2435, para além de 134 noviços e 821 postulantes, distribuídos por 204 casas. A Congregação tinha crescido consideravelmente, desde 1921: dispunha de mais 561 membros professos, 307 noviços e 56 postulantes. O número de casas havia aumentado, em mais 53. Adivinhava-se um futuro risonho, embora ninguém pudesse prever o que iria acontecer no ano seguinte, com a guerra civil espanhola e a perseguição movida à Igreja e à Congregação, que perderia um grande número das jovens promessas, o que iria dificultar a continuidade de um imenso leque de projetos e de obras, que estavam em curso.

INFANTA ISABEL

Filha de Isabel II (1851-1931)

Madrid (España). Foi princesa das Astúrias, por duas vezes. A Infanta Isabel teve Claret, como seu preceptor e diretor espiritual. Recebeu das suas mãos a primeira comunhão, em 1862, e o santo arcebispo presidiu ao seu casamento com Caetano Maria Federico de Borbon, Conde de Girgenti, da dinastia de Nápoles, no Palácio Real de Madrid, em 1868. A seu respeito, deixou Claret estas linhas: “Fico feliz, no Senhor, por ver que ela se tornou uma senhora tão instruída, tão religiosa e tão virtuosa que é uma honra para seus pais e para toda a nação espanhola, e constitui a admiração dos estrangeiros”. A mesma irá dizer do P. Claret, bastantes anos mais tarde: Foi o meu confessor e amava-o deveras. Morreu sem sucessão, em Paris, a 23 de abril de 1931. O povo de Madrid tratava-a afetuosamente pelo apelido de a ‘chata’ (de nariz achatado). Até ao ano de 1991, esteve sepultada na nossa igreja, na Rue de la Pompe, em Paris.

UM FILHO DO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

Mãe mil vezes bendita, acolhei os nossos louvores pelas finezas do vosso Coração Imaculado e por nos terdes adotado como filhos vossos! Fazei, minha Mãe, que sejamos fiéis a tanta bondade, e cada dia mais humildes, mais fervorosos e mais zelosos pela salvação dos homens (Aut 493).

Repito a mim próprio: Um Filho do Imaculado Coração de Maria é um homem que arde em caridade e abrasa por onde passa. Que deseja eficazmente e procura por todos os meios inflamar o mundo inteiro no fogo do amor divino. Nada nem ninguém o trava; goza nas privações; atira-se ao trabalho; abraça os sacrifícios; compraz-se nas calúnias e alegra-se nos tormentos. O seu único desejo é seguir e imitar Jesus Cristo em trabalhar, sofrer e procurar, sempre e em tudo, a maior glória de Deus e a salvação de todas as pessoas (Aut 494)

PARA REFLEXÃO PESSOAL

 

  • Que papel desempenha, na tua vida, a chamada “Definição do Missionário”?
  • Ela era para Claret o seu autorretrato. Podes dizer que ela continua a ser o mesmo, para ti?
  • Aproveita o dia de hoje para recitar, muito devagarinho e em voz alta, o Memorial do claretiano, detendo-te, depois de cada frase. No fim, dá graças e felicita o Coração de Maria, pela tua vocação claretiana.

“Prefiro uma Igreja acidentada, ferida e manchada, por sair à rua, do que uma Igreja doente, por se fechar e se agarrar comodamente às suas próprias seguranças” (Francisco, Evangelii gaudium, 49).

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