ABRIL

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1855 Conclui os Exercícios com os seus familiares. O P. Paládio Curríus não participa nos mesmos, por se encontrar empenhado na construção da quinta-escola, em Porto Príncipe.

1857 A caminho de Espanha, vê-se retidos em Cayo Sal, por causa da reparação de uma avaria no navio.

1858 Ao receber a notícia do falecimento do P. Estêvão Sala, envia condolências ao P. Xifré e manifesta-lhe o desejo imenso de visitar os missionários.

NA SILÉSIA (ALEMANHA - POLÓNIA)

NA SILÉSIA (ALEMANHA - POLÓNIA)

Em 1932, criou-se a fundação de Miedary, que então fazia parte da Alemanha, mercê dos esforços dos claretianos silesianos, que, a partir de 1904, se haviam formado nos seminários de Cervera, Solsona e Alagón. Desde 1929 que os PP. João Mehl, João Buhl e Vicente Hollik trabalhavam nas paróquias da Polónia. Foram promissores os começos, em Miedary. Basta ler, nos Anais, a memória da sua fundação, para verificar o entusiasmo dos nossos missionários e do povo desse lugar. Quando, em maio de 1932, o pároco local entregou a chave da igreja paroquial aos Missionários, tudo estava preparado, com meticulosidade germânica, e o entusiasmo do povo ultrapassou a própria organização. Realizou-se uma procissão solene, presidida pelas autoridades, acompanhadas pelos jovens da Congregação Mariana, ao lado de um grupo de crianças que rodeavam aquele que transportava a chave da igreja, em cima de uma almofada de seda. Como muitos polacos costumavam atravessar a fronteira, os missionários foram obrigados a falar polaco e alemão.

ARMENGOL COLL, CMF

Prefecto Apostólico de Fernando Póo (1859-1918)

Ivars d’Urgell (Lérida, España). Oriundo de uma família simples de agricultores, entrou no seminário diocesano de Solsona. Mais tarde, em 1876, ingressou no noviciado claretiano de Thuir (França). Quando faleceu o segundo Prefeito Apostólico da Guiné Equatorial, Pedro Vall-Llovera, em 1890, o P. José Xifré não hesitou em propô-lo para lhe suceder. Num período de sete anos, haviam morrido já 18 missionários, a maioria deles jovens. Promoveu a agricultura, incrementou os estudos linguísticos, geográficos e etnológicos. Publicou gramáticas, dicionários e livros de orações, em línguas nativas. Fez editar mapas geográficos dos territórios da então colónia espanhola. Criou, em 1903, a primeira revista A Guiné Espanhola. Conseguiu recuperar para Espanha os territórios de Muni, ocupados pelos franceses em 1900. Erigiu muitas missões e, em 23 de janeiro de 1916, inaugurou a catedral de Santa Isabel. Fundou, com a guineense Imelda Makole, em 1909, a primeira congregação religiosa feminina africana nativa, as Auxiliares das Missões, atuais Missionárias de Maria Imaculada. Faleceu, em Santa Isabel.

Biografia

A IDEIA DE UMA COMUNIDADE MISSIONÁRIA

Cheguei a Barcelona, a meados de maio, e dirigi-me logo para Vic. Falei, então, com os meus amigos, os senhores cónegos Soler e Passarell, acerca do projeto de fundar uma Congregação de sacerdotes, que fossem e se chamassem Filhos do Imaculado Coração de Maria. Os dois acolheram calorosamente a ideia… (Aut 488).

Propus a mesma ideia ao senhor Bispo de Vic, que aprovou totalmente o plano que eu havia traçado. Chegámos ambos à conclusão de que, durante as férias, deveríamos residir no seminário. Entretanto, ele tentaria reabilitar o convento das Mercês, que o governo colocara à sua disposição, e foi que aconteceu. O senhor Bispo indicou-nos um lugar adequado no referido convento e eu, nesse período de tempo, contactei alguns sacerdotes a quem Deus, nosso Senhor, havia comunicado o mesmo espírito que me animava a mim. Eram eles: Estêvão Sala,77 José Xifré,78 Domingos Fábregas,79 Manuel Vilaró,80 Jaime Clotet81 e eu, António Claret, o menor de todos (Aut 489).

PARA REFLEXÃO PESSOAL

 

A fundação da nossa Congregação não nasceu de maneira improvisada. Houve, antes disso, várias tentativas para criar associações sacerdotais.

  • Como conheceste a Congregação?
  • Identificas-te com a sua história, o seu carisma e a sua missão?
  • Pensa nos claretianos, que tiveram mais influência na tua vocação e com quem te identificaste mais.
  • Dá graças a Deus e ao Coração de Maria, pela tua vocação.  

 

“A humildade é a raiz da árvore da santidade, e a mansidão, o seu fruto” (Aut 372).

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