ABRIL

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1854. Claret confere a ordenação a oito sacerdotes e a um diácono. Eram seminaristas que tinham chegado da Catalunha, no dia 15 de janeiro, com a carreira eclesiástica quase concluída.

1862. Orienta os Exercícios Espirituais à Infanta Isabel, como preparação para a sua Primeira Comunhão.

1863. Propõe ao P. José Xifré que, a partir do próximo mês de setembro, um irmão da Congregação passe a viver com ele e a trabalhar como cozinheiro. Este vai ser o início de uma comunidade claretiana a residir com o Fundador, em Madrid.

O AUGE (1906-1922)

MISSÃO NA RÚSSIA

Em 1922, a Santa Sé organizou uma missão caritativa de ajuda material, a fim de dar resposta, na medida do possível, à fome e aos efeitos que esta provocara, no sul da Rússia. Primeiramente, o Núncio de Sua Santidade, em Espanha, e, depois, a Secretaria de Estado recorreram à Congregação, solicitando a sua colaboração e a oferta de pessoal para a Missão Pontifícia. Os Superiores, dispostos a apoiar os desejos da Santa Sé e gratos pela honra dispensada à Congregação por se solicitar a sua colaboração para uma tarefa desta amplitude, prestaram generosamente a sua colaboração imediata e ofertaram à Santa Sé os PP. Pedro Voltas e Ángel Elorz (+ 1976). Estes sacerdotes agregaram-se à Missão Pontifícia, chegaram à Rússia, no dia 21 de agosto, e aí trabalharam heroicamente para ajudar os mais necessitados. O labor pontifício compreendia cinco centros: Crimeia (Verbo Divino), Krasnodar (Jesuítas), Moscovo (Salesianos), Orenburg (um jesuíta) e Rostow (Claretianos). Cada centro era independente. Foram abertos lares para crianças, cozinhas para estudantes, trabalhadores, crianças e doentes, e prestou-se assistência a colónias de polacos, lituanos, alemães e assírios.

Beato MANUEL DOMINGOS E SOL

Fundador do Colégio Espanhol (1836-1909)

Tortosa (Tarragona, España). Conhecido também por Mons. Sol. Nasceu a 1 de abril. Foi um sacerdote que fundou a Fraternidade dos Sacerdotes Operários Diocesanos e o Colégio Pontifício Espanhol de São José, em Roma. Foi beatificado por João Paulo II, em 1987. Até a fundação do Colégio Pontifício Espanhol, em 1892, eram os Missionários Claretianos que se responsabilizavam pelo chamado Seminário Hispano-Romano. Este estabelecimento tinha funcionado, graças aos esforços do bispo de Santander, D. Vicente Calvo Valero. Em 1884, o prelado entregara aos claretianos a orientação dos seus seminaristas, em Roma. No início chamava-se Colégio Eclesiástico Espanhol. Alguns bispos tinham aderido a essa iniciativa. Este encargo permitiu que a Congregação se instalasse em Roma, pela primeira vez, aí localizasse a Procuradoria e para aí enviasse os seus alunos. Mas, embora em 1889 os claretianos ainda considerassem o colégio como seu, a decisão estava tomada. Desempenharam o cargo de diretores do Colégio os PP. Jerónimo Batlló e António Naval.

A VIRTUDE DA HUMILDADE

A primeira virtude que procurei adquirir foi a humildade. Até aqui, falei dos meios de que normalmente me servia para produzir fruto. Agora vou tratar das virtudes que o missionário deve possuir para obter eficácia (Aut 340).

Dei-me conta que, para adquirir as virtudes necessárias a um verdadeiro missionário apostólico, se devia começar pela humildade, que é, para mim, o fundamento de todas as virtudes (Aut 341).

Cheguei à conclusão de que a virtude da humildade consiste precisamente nisto: em reconhecer que nada sou e nada posso, a não ser: pecar. Dependo de Deus, em tudo: no meu ser, na conservação da vida, nos movimentos, na graça. Sinto-me feliz por permanecer totalmente dependente de Deus: prefiro contar com Ele do que comigo mesmo (Aut 347).

PARA REFLEXÃO PESSOAL

 

  • Quais são as virtudes apostólicas que consideras mais importantes, neste momento da tua vida?

  •  Porque é que a humildade é o fundamento das outras virtudes?
  • Em que consiste, para ti, a humildade?
  • Descreve, de cinco maneiras, uma pessoa humilde. Indica o que precisas de desenvolver mais, em ti mesmo.

“Começa a fazer o que é necessário; depois faz o que é possível; e verás que, de repente, estarás já a fazer o impossível” (São Francisco de Assis).

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